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BRIGADA
SEMPRE! Jorge Luiz Prestes Braga Em virtude do artigo publicado na edição
de Zero Hora do dia 08/01/2003, Cláusula pétrea, de autoria da colunista
Rosane de Oliveira, e, tendo em vista tal coluna trazer implícita dúvida
quanto à atuação de Policiais Militares da Brigada Militar em ações que
culminaram com a morte de quatro marginais cabe esclarecer que os policiais
agiram no estrito cumprimento de seu dever alicerçados na legislação
vigente e não em qualquer tipo de orientação governamental. A Brigada Militar é uma instituição composta por homens e mulheres que se inserem como qualquer outro cidadão no seio das suas comunidades, vivenciam de forma direta todas as mazela sociais ligadas ou não a segurança das pessoas e não estão livres de erros, os quais quando constatados são inapelavelmente corrigidos e julgados pelo poder judiciário, mas daí a julgar que seus componentes estão se sentindo liberados para matar, ou é a demonstração de um profundo desconhecimento dos fatos ou de uma irresponsabilidade inominável por parte de uma colunista formadora de opinião de renome em um importante periódico de circulação nacional como é o jornal Zero Hora. É importante que a imprensa cumpra seu
papel de informar a população, porém a informação não pode se esgotar
em si mesma, pergunto: Será que a colunista conhece os fatos ??? Será que
conversou com os repórteres que foram até o local das ocorrências? Será
que sabe que os marginais mortos eram foragidos, portanto eram bandidos e não
aprendizes de bandidos, e descarregaram suas armas contra os policiais ? Será
que sabe que a viatura policial foi atingida por vários disparos? Será que
sabe que um policial foi atingido? Que um dos policiais está a dois meses
da aposentadoria? A função de recuperar os cidadãos
infratores da lei é de toda a sociedade, inclusive da imprensa, a polícia
é apenas um elo dessa corrente, que, via de regra, é cobrada muito além
de suas possibilidades, pois que vive o embate direto diariamente, do qual
invariavelmente resultam baixas de ambos os lados, e entre o policial e o
bandido, sou sempre mais o policial. |
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